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11/Fev 2026

João Paulo Teixeira cobra providências sobre falta de médicos na Saúde Ocupacional

A Câmara Municipal de São Sebastião aprovou, durante sessão ordinária desta terça-feira (10), o Requerimento nº 12/2026, de autoria do vereador João Paulo Teixeira, solicitando informações ao Executivo sobre a falta de profissionais médicos na Unidade de Saúde Ocupacional (USO).

O documento questiona o encerramento do contrato com a empresa responsável pelas perícias médicas, o tempo de espera dos servidores e quais medidas estão sendo adotadas para normalizar os atendimentos.

Ao defender o pedido em plenário, o vereador explicou que passou a investigar a situação após receber diversas reclamações de servidores municipais.

“Eu recebi já há algum tempo algumas pessoas reclamando da ausência do profissional, de um médico na USO e, com isso, atrasando as perícias médicas, exame admissional, probatório, periódico, enfim, exames de readaptação.”

O parlamentar relatou que visitou a unidade para verificar a situação e buscar informações diretamente com a equipe responsável.

“Eu fui colher as informações de quanto tempo que a USO estava sem médico, ou melhor, que a USO está sem médico, ainda está sem médico. E ela me informou que o contrato com a Litoral Méd foi até março, final de março de 2025.”

Segundo Teixeira, após o encerramento do contrato houve apenas atendimentos pontuais, o que acabou gerando demanda reprimida.

“Depois disso não teve mais médico, teve para suprir uma demanda ou outra emergencial ali. Mas o fato é que o contrato de um profissional médico ali na USO findou em março de 2025.”

O vereador destacou que o objetivo do requerimento é obter um posicionamento oficial sobre a retomada do serviço.

“A população quer saber, mais especificamente o funcionário público, que sempre teve amparo na USO, quer saber quando de fato começa a trabalhar ali o médico para atender essa demanda reprimida que está há bastante tempo.”

João Paulo ressaltou ainda a urgência do tema.

“É um requerimento simples, mas que tem muita urgência e que atinge aproximadamente quatro mil funcionários públicos.”

O requerimento foi aprovado por unanimidade.

Foto: Luciano Vieira | CMSS



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